Festa de Malandro 31/10 18 horas
Teremos, no próximo sábado, dia 31 de outubro, uma gira festiva em homenagem a falange dos Malandros e Zé Pelintras. Pela importância do trabalho realizado dentro da Umbanda, e especial no CUCA, a presença de todos é indispensável!
A gira começa às 18 horas. Mas antes teremos um almoço beneficente (13 horas), onde nos confraternizaremos já sob a influência dos nossos amigos! o Almoço custará somente R$7,00 e o prato é carne seca desfiada com aipim frito.
Vou transcrever o artigo que foi publicado no informativo do mês de novembro que reflete bem quem são esses amigos de todas as horas.
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Sem sombra de dúvidas, esta é uma das falanges mais populares e, paradoxalmente, também mais mal compreendidas por todos, Umbandistas ou não. Quem nunca se deparou com um adesivo na parte de trás de um carro com a frase “sou amigo do Zé” ? Ou quando pensamos em boemia, malandragem, tirar proveito de alguma situação, logo vem à mente a figura de um homem vestido com um terno branco, sapatos brancos, gravata vermelha, com um chapéu de palha?
No entanto, dentro do terreiro de Umbanda é que se observa o verdadeiro trabalho desses falangeiros. Como verdadeiros mestres, e assim são chamados no catimbó, eles trazem a cura para os males físicos e espirituais. Por muitos considerados médicos, por outros como guardiões da fartura, “seu” Zé, como carinhosamente é chamado, tem sempre uma palavra amiga para aqueles que o procura; mostra-se disposto para estender as mãos aos necessitados; instrui-nos com ensinamentos grandiosos acerca da confiança no amanhã e na alegria de se viver, mesmo que a dificuldade insista em se fazer presente na caminhada.
No CUCA, seu trabalho é grandioso. Apesar de se cantar também na gira de exu, não é considerado como tal. Ele transita por várias linhas, e talvez por ter a palavra “CARIDADE” como sendo o requisito único para sua chegada nos terreiros, é que não se importe quando ou para quem tocar. Talvez seja mais um ensinamento para todos nós, como querendo dizer: “Me chame que estarei presente, não importando quando”.
Quem se aproxima dessa entidade para conversar, logo cai por terra todo o preconceito que o circunda. Ele não é vagabundo, nem tampouco mulherengo ou bêbado. Mestre nas palavras, nos ensinamentos. Fala a linguagem daquele que o procura como forma de se chegar ao entendimento. É descontraído, tem gingado nas palavras e nas pernas, mas é a metáfora para que tenhamos os mesmos “gingados” nas adversidades que a vida nos proporciona.
No CUCA dedicamos exclusivamente uma data para festejá-lo. Por sua determinação, a fartura tem de estar presente. Cada um que chega deverá ser recepcionado com as farturas da matéria, mas sabemos que a fartura espiritual é dada antes mesmo de o evocarmos.
Agradecer a sua presença em nossas vidas, pedir para que sejamos sempre merecedores dos seus conselhos e dos seus trabalhos. Essa data fica, como ficou no ano passado, como sendo o símbolo da desmistificação da sua falange, mas também como símbolo da fartura, da alegria e da descontração.
Estejamos todos lá!
No entanto, dentro do terreiro de Umbanda é que se observa o verdadeiro trabalho desses falangeiros. Como verdadeiros mestres, e assim são chamados no catimbó, eles trazem a cura para os males físicos e espirituais. Por muitos considerados médicos, por outros como guardiões da fartura, “seu” Zé, como carinhosamente é chamado, tem sempre uma palavra amiga para aqueles que o procura; mostra-se disposto para estender as mãos aos necessitados; instrui-nos com ensinamentos grandiosos acerca da confiança no amanhã e na alegria de se viver, mesmo que a dificuldade insista em se fazer presente na caminhada.
No CUCA, seu trabalho é grandioso. Apesar de se cantar também na gira de exu, não é considerado como tal. Ele transita por várias linhas, e talvez por ter a palavra “CARIDADE” como sendo o requisito único para sua chegada nos terreiros, é que não se importe quando ou para quem tocar. Talvez seja mais um ensinamento para todos nós, como querendo dizer: “Me chame que estarei presente, não importando quando”.
Quem se aproxima dessa entidade para conversar, logo cai por terra todo o preconceito que o circunda. Ele não é vagabundo, nem tampouco mulherengo ou bêbado. Mestre nas palavras, nos ensinamentos. Fala a linguagem daquele que o procura como forma de se chegar ao entendimento. É descontraído, tem gingado nas palavras e nas pernas, mas é a metáfora para que tenhamos os mesmos “gingados” nas adversidades que a vida nos proporciona.
No CUCA dedicamos exclusivamente uma data para festejá-lo. Por sua determinação, a fartura tem de estar presente. Cada um que chega deverá ser recepcionado com as farturas da matéria, mas sabemos que a fartura espiritual é dada antes mesmo de o evocarmos.
Agradecer a sua presença em nossas vidas, pedir para que sejamos sempre merecedores dos seus conselhos e dos seus trabalhos. Essa data fica, como ficou no ano passado, como sendo o símbolo da desmistificação da sua falange, mas também como símbolo da fartura, da alegria e da descontração.
Estejamos todos lá!
Paz e bem a todos!
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